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Desenterrando: Rede Manchete

5 mai

Rede Manchete

Rede Manchete (também conhecida como TV Manchete ou apenas Manchete) foi uma rede de televisão brasileira, fundada na cidade do Rio de Janeiro em 5 de junho de 1983 pelo jornalista e empresário ucraniano naturalizado brasileiro Adolpho Bloch que permaneceu no ar até o dia 10 de maio de 1999.

Wikipédia

Se você não assistiu a Rede Manchete, você não teve infância. Se você nasceu depois da saída do ar da Rede Manchete, você é novo demais pra ler esse blog, pegue seu Bakugan e seu relógio do Ben10 e dê o fora daqui.

Creio que para a grande maioria da infância 80/90′s teve seu primeiro contato com o Oriente e a cultura de Anime/Manga pelos clássicos japorongas transmitidos pela Manchete.

Embora o carro-chefe da emissora fosse o Jornalismo e o alto Ibope viesse das novelas e quadros investigativos, o saudosismo mesmo fica por conta dos órfãos da Nave da Fantasia, do Clube da Criança, e dos desenhos e séries fantásticos que eram transmitidos depois que eu chegava da aula (sei lá que horas passava isso, não lembro, era criança).

Pra matar a saudade:


*é longo, mais é bem completo…

E no site da Manchete você pode encontrar MUITO mais sobre a emissora e nossos amados desenhos.

E você, qual era seu preferido da Rede Manchete?

Preciso mesmo falar que CDZ reina no meu coração?

Desambiguação: RPG para não-nerds

2 mai

Recebemos essa indicação de vídeo lá na nossa página no Facebook (segue nóis!!!).

Talvez para maioria de nossos leitores não compreender o que é RPG, assim como sexo, seja uma realidade distante. Entretanto, achei esse vídeo muito interessante, principalmente, para você mostrar para aquele primo chato que fica perguntando o porquê de você ter um dado de 8 lados.

Quem acha que 42 é um número qualquer merece morrer.

Cinemando: Bad Ass (2012)

30 abr

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Você se lembra desse cara?

Num momento épico e singular de Hollywood, Danny Trejo – nosso querido Machete – encarna o Epic Beard Motherfucker Guy homenageando um herói popular e um Meme.

Assisti o filme ontem e curti muito, fica a dica pra esse quase-sábado de preguiça.

Em uma história bastante real, se comparada ao Bungee Jump com tripas que estamos acostumados, Trejo é um aposentado que não conseguiu se encaixar na sociedade após lutar no Vietnã.  Vivendo em um subúrbio violento, está farto de presenciar desrespeito aos idosos, preconceito, assaltos a trabalhadores inocentes, violência doméstica…

O episódio do ônibus, meme real que inspirou o filme, transforma-o em um herói popular e, principalmente, retira-o de sua zona de conforto. Ele se lembra que não é um aposentado, não é um tiozinho barbudo, não é um veterano de guera… Ele se lembra que é um motherfucker!

Munido de seu senso violento de integridade, da vontade de defender o cidadão-comum, da vingança pessoal e de uma pochete, Epic Beard Guy chuta bundas de todos os vilões em seu caminho!

Deathlok – negro, ciborgue e zumbi

27 abr

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Notaram alguma semelhança?!?!?! É o nosso parente famoso!

Este texto é original do blog Contraversão, e foi criado pelo jornalista, escritor, poeta e professor Alessio @Leosias Esteves, que escreve também no O Protagonista e já apareceu aqui com suas peripécias no ZW SP.

Certos personagens tem conceitos tão escalafobéticos que se tornam automaticamente legais. Quer um exemplo clássico? As Tartarugas Ninja. Elas são tartarugas mutantes adolescentes e… ninja! Praticamente tudo o que a molecada dos anos 90 achava legal em uma única HQ! Não tinha como dar errado. Mas Leonardo, Donatello, Michelângelo e Raphael são “mainstream” (apesar de começarem como quadrinhos independentes), personagens que até a minha mãe conhece. Obviamente, existem milhares de personagens com conceitos bizarros que fariam nossos olhos brilhar. E Deathlok é um deles.

Puxando da memória, o primeiro contato que tive com ele foi na extinta revista “Grande Heróis Marvel”, da Abril Jovem. Na arco de histórias “A Vingança do Sexteto Sinistro”, o Homem-Aranha se junta a diversos heróis para enfrentar um grupo de vilões. E entre seus aliados estava Deathlok, um estranho ciborgue zumbi com várias armas. O personagem me chamou a atenção, mas esta revista era de 1995 e o personagem só deu as caras no Brasil de novo em 2008, desta vez em uma saga dos Vingadores publicada pela Panini. Ele só era lembrado em conversas entre nerds.

Sua primeira aparição foi em 1974, na revista “Astonishing Tales” #25, em uma história escrita por Doug Moench e desenhada por Rich Buckler. Em um universo alternativo onde todos os heróis do mundo foram banidos para outra dimensão, os EUA estão mergulhados em uma guerra interna entre exército, agências de espionagem e mega corporações pelo controle do país. Durante um exercício de treinamento, o soldado Luther Manning é mortalmente ferido por uma bomba. A CIA, querendo preservar o conhecimento e experiência de um ótimo oficial, seleciona Luther para fazer parte do Projeto Alpha-Mech, destinado a criar um exército de super-soldados ciborgues. Após cinco anos em êxtase, o corpo de Luther é reanimado e recebe o nome de Deathlok, devido ao estado em que se encontrava Luther na época, parecendo um zumbi.

Seus poderes são reflexos, força e resistência sobre-humanas. Seu olho artificial possui visão telescópica, microscópica e infravermelha. Possui ainda um computador interno com capacidade de rastreio e uma base de dados imensa. Este computador age como uma segunda personalidade na mente de Deathlok, de modo que os dois interagem e até discutem. Apesar das melhorias cibernéticas, ele ainda precisa respirar, comer e descansar.

Inicialmente um robô que só cumpria ordens de seus superiores, posteriormente ele consegue recuperar sua memória e, após descobrir que seus criadores queriam dominar o mundo, rebelou-se e passou a lutar contra eles. Após uma série de lutas, acabou recebendo ajuda da CIA e se tornou um agente deles. Foi então que o Homem-Aranha do Universo Marvel “padrão” foi para esta dimensão paralela, quando ele e o Deathlok conheceram o viajante do tempo chamado Godwulf. Para impedir que um dos inimigos do ciborgue o localizasse, Godwulf e mandou para a dimensão “padrão” junto com o Homem-Aranha.

Então, como qualquer herói da Marvel que se preze, ele se encontrou e brigou com um série de heróis da casa: Quasar, Coisa, Capitão América, entre outros. Ganhou uma versão maligna nas mãos de uma empresa sinistra, melhorias pela SHIELD e por fim se juntou a Godwulf e outros heróis obscuros para impedir problemas espaço-temporais entre sua dimensão nativa e a atual.

Com tudo resolvido, conseguiu para si manoplas que o permitam viajar pelo tempo e, após uma série de viagens temporais, resolveu morar nos esgotos de Manhattan(!). Péssima escolha, uma vez que várias coisas bizarras sempre acontecem nos esgotos desta cidade. E seu sossego acaba quando Deathlok se junta ao Demolidor para combater uma ameaça do Rei do Crime. Cansado de uma vida de aventuras, virou um andarilho e não foi mais visto.

O personagem teve mais duas encarnações. John Kelly também era um soldado que foi transformado em um “segundo Deathlok” pela CIA, mas acabou se voltando para o mal até ser destruído pelo original. Já Michael Collins era um professor pacifista que trabalha na divisão de cibernética de uma empresa e teve seu cérebro transferido para uma versão mais moderna do ciborgue-zumbi. Está na ativa até hoje, tendo inclusive participado ativamente da clássica saga “Carnificina Máxima”.

Gostou do personagem? Bora caçar todas as histórias do Deathlok em sebos e sites de quadrinhos usados. Clique aqui e veja uma lista completa das aparições do personagem no Brasil.

Em tempos de heróis cada vez mais realistas e com conceitos sérios, é sempre legal saber que existe um ciborgue zumbi viajante do tempo vindo de outra dimensão!

Desenterrando: Super Patos

21 abr

superpatos

Este ‘desenterrando‘ é à pedidos da galera do facebook (curte lá ;D)

Adorado pelas crianças dos anos 80/90, Os Super Patos (The Mighty Ducks) conseguiu sabe-se lá como ser um dos desenhos mais legais da era pré-Pokémon (meados de 1998-99).

Não sei bem porque a indústria de desenhos animados gosta de associar patos à aventura – patos não me parecem muito aventureiros …

… é, nada aventureiros. Também não sei porque um desenho sobre o não-popular esporte hockey no gelo fez tanto sucesso em terras tupiniquins.




Só sei que agora me bateu uma saudade do CRUJ!!!!!!!!!!!!!

E aí, o que vocês querem que a gente desenterre semana que vem?