Arquivo | janeiro, 2012

Volta de Ferris Bueller? Uma bobagem

31 jan

Dando uma rodada por uns blogs e sites nerds, percebo uma comoção pelo novo comercial da Honda, a ser veiculado na TV americana pela primeira vez no Super Bowl XLVI

Engraçado que depois do teaser que vem à seguir, muitos acreditaram ser o anúncio de uma sequência do clássico (e grande filme na carreira de Matthew Broderick ) Curtindo a Vida Adoidado.

Como o anúncio estava pra acontecer no dia do Super Bowl, acho estranho que todos não tenham pensado como eu: isso é comercial de quê? Bom, mas como tem Ferris Bueller, vai ser foda! 

Quem já ouviu falar minimamente do evento sabe que os comerciais inovadores, milionários e engraçaralhos já são uns dos grandes tesouro da publicidade ianque. E das marcas, é claro. Não vejo a estranheza de usar um personagem tão clássico (pelo menos para os que tem entre 20 e 4o anos atualmente).

Uma continuação pode ser até possível. Aliás, seria até interessante ver Ferris do outro lado: um pai cinquentão com um filho vagabundo inconsequente. Ou até ele mesmo tirando mais um delicioso dia de folga. Mas não acredito que um vídeo como esse chegasse antes de dezenas ou centenas de notícias e especulações pela internet e outras mídias. Ouvi até o termo “trollagem da Honda”. Acho muito bizarro.

Ah, e sobre o comercial, gostei! Achei apenas que deveriam ter usado o nome Ferris Bueller ao invés do ator. Mas as referências ficaram muito bem feitas. Mas me deu uma certa pena do Matthew por lembrar que ele jamais fez algo “não-esquecível”.

Resenhando: Millenium

30 jan

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Um destacado jornalista que estudou e desvendou segredos da extrema direita (fascistas e nazistas) de seu país: a Suécia. Ativista de esquerda durante décadas e designer gráfico da Tidningarnas Telegrambyrå, maior agência de notícias da Escandinávia.

Este é Stieg Larsson. Um grande homem que você provavelmente, e infelizmente, só deve ter ouvido falar mais de sete anos após sua morte.

Pelo menos foi assim comigo. E que boa surpresa tive ao saber que David Fincher nos trazia a adaptação de sua trilogia literária Millenium. Que, na verdade já existe numa versão local.

Mas a adaptação de Fincher carrega bastante de um clima “nórdico” à sua película, seja na identidade visual (acho até que o filme poderia ser rodado em preto e branco), nos personagens castigados não só pelo frio da região, mas por um passado (ou presente) cheio de dor e mágoa, normalmente varrida pra baixo de um tapete de aparências e bonança financeira.

Monocromático e frio. Assim como o filme.

Contracorrente está a protagonista Lisbeth. Com seus piercings, tatuagens, camisetas com palavrões (ah, ela fala muitos também) e traços absurdamente nórdicos (apesar de ser dos Estados Unidos), a atriz Rooney Mara dá muita vida e personalidade à uma jovem problemática que tem o perfil de um personagem fincheriano: contra os padrões da sociedade, atormentado pelas convenções sociais hipócritas e marcado pela violência. Lisbeth é tudo isso: aliada à sua sensualidade inusual, as cenas fortíssimas de violência a que se submete no filme criam laços fortíssimos com o espectador. Agora me lembro de uma entrevista em que o escritor brasileiro Marcelo Rubens Paiva fala da saudade que sente dos personagens que escreve em seus livros, e que isso o motiva a trabalhar sempre, para se manter perto deles. Creio que após assistir as mais de duas horas e meia de Os Homens que não Amavam as Mulheres você também sentirá o mesmo, nem que seja só por Lisbeth. Eu senti.

Lisbeth Salander

 

Se não com o mesmo impacto, Daniel Craig como Mikael Blomkvist faz bem o papel de jornalista que topa investigar um caso de desaparecimento de mais de quarenta anos numa rica família conservadora. Lisbeth é contratada para espionar Mikael, um modo de garantir um trabalho isento e seguro. Mas as diferenças de ambos não os impedem de trabalhar juntos. Muito pelo contrário.

O grande contraste do pseudo-casal também vai ao encontro de um elemento bastante presente na versão de Fincher: a colisão do novo com o velho. A tecnologia, grande ferramenta na solução do mistério, também serve de muro entre um país cheio de falso moralismo e preconceito com a novidade audaz e visceral, que é bem a cara do diretor.

Em suma, a primeira parte da trilogia Millenium é um filme de mistério com as pontas bem amarradas. Nem fácil demais, a ponto de ter um desfecho óbvio, nem complicado demais, vide Ilha do Medo, de Martin Scorcese. Uma trama envolvente que faz o longo tempo do filme nem ser sentido. Mas o que fica é a força dos personagens, das cenas agressivas, dos diálogos crus e de que esse filme é mesmo de David Fincher, um dos grandes nomes da atualidade. Deu até vontade de ver Clube da Luta mais uma vez.

Desenterrando: Fly, Fly, Fly!

28 jan

Você se lembra?
Fly, um dos desenhos mais não lembrados e mais emocionantes que acalentava nossas manhãs no Bom Dia e Cia.

Qual o desenho favorito de vocês a 15 – 20 anos atrás? (somos velhos)

The Walking Dead, A Ascenção do Governador

26 jan

The Walking Dead, A AScenção do Governador

Procurando por livros pra comprar na interwebs, eis que me deparo com um título que me deixou chocado: WALKING DEAD, THE – A ASCENSÃO DO GOVERNADOR. Escrito pelo mestre Robert Kirkman, tiozinho que dispensa comentários e por Jay Bonansiga.

Como eu não fazia ideia de quem era esse tal de Jay Bonansiga, fiz o que qualquer universitário escrevendo sua monografia faz, perguntei ao Google. Foi meio estranho, primeiro porque não apareceu nenhum resultado na wikipedia, os resultados que apareceram, na sua maioria era de blogs falando sobre o referido livro. Pesquisando mais à fundo, encontrei no IMDB algumas informações duvidosas como ele sendo o escritor, diretor e produtor do filme City of Men (Cidade dos Homens) de 1988, que ao clicar, remete-nos à pagina com os belos sorrisos de Laranjinha e Acerola, o mesmo da turma do Didi. WTF?
Laranjinha e Acerola se metendo em altas confusões do barulho lá no morro!
Enfim, ao entrar no site oficial do cara, encontro uma meia dúzia de posts e mais recente sobre seu novo livro, Rise Of The Governor. Na bio dele que achei mais algumas informações, como ele ter escrito os romances Perfect Victim (2008), Shattered (2007), Twisted (2006) e Frozen(2005), nenhum deles lançado em terras brasilis. Aparentemente ele foi finalista e, em alguns casos, vencedor de várias premiações por seus contos e histórias. Em resumo, parece ser um cara bem conceituado lá fora, o que é um apontamento meio óbvio já que ele foi o escolhido pra co-escrever, com Kirkman, a história do vilão que ganhou o premio Vilão do Ano pela revista Wizard em 2005. Estou falando de nada mais, nada menos que Philip Blake, o Governador.

Jay Bonansiga

O ilustre desconhecido Jay Bonansiga

Pois é meu amigo e minha amiga, o livro que será lançado dia 17 de fevereiro pela editora Galera Record, contará como o vilão mais fudido, malvado, biltre, gato polar e malfeitoso do universo de The Walking Dead conseguiu chegar ao poder e manter sua ditadura na pequena cidade de Woodbury.

The Walking Dead, A AScenção do Governador

A capa do livro "The Walking Dead, A Ascensão do Governador"

O livro já está em pré venda nas maiores lojas online da interwebs custado em média 89 milhões de rúpias ou 35 reais, dependendo de onde você mora. Posso estar exagerando, mas tenho quase certeza de que valerá cada maldito centavo investido nesse livro.

Por fim pergunto, e você? Conhece O Governador? Quais suas expectativas em relação ao livro? Seria ele filho de chocadeira ou veio com a chuva?

RE6 – TODOS COMEMORA!

25 jan

Vocês sabiam que o Zumborg aceita colaborações?
Essa é mais uma do Artur @Sonikk Ramis!

HOLY F*CK!!!!!!!!
LEON S. KENNEDY!!!!!!!!!!!
CHRIS REDFIELD!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ZUMBIS DE VERDADE E NÃO PARASITAS QUE MAIS PARECEM COADJUVANTES DE CHAVES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Dia 20/11/2012 (terça-feira, 47ª semana do ano) conseguiu ser mais aguardado do que o famoso 20/12/2012!!!!