Mas um exemplo de como pecinhas coloridas e tempo ocioso podem tornar o mundo mais mágico! Neste caso, uma quantidade absurda de pecinhas… só para a Torre de Orthanc foram mais de 5.000 peças.
Estas foram montagens colaborativas, exibidas no BrickWorld 2011.
Para saber um pouco mais sobre essa jornada pela Terra Média, conheça o site da Sociedade do Lego =)
Além de ter um belo time de futebol americano, a USC, em sua faculdade de engenharia, criou um chip pra servir de expansão de memória em cérebros. Sim, um adicional ao HD dos ratos que, no experimento liderado por Theodore Berger, implantou chips na cabeça de alguns roedores, que aprendiam a puxar uma alavanca em troca de recompensa. As modificações cerebrais causadas pela aprendizagem eram copiadas nestes chips. Se o dispositivo era desligado, os ratos se esqueciam do que tinham que fazer. Se ligado, voltavam a se lembrar. Genial!
A aplicação desta incrível descoberta deve ser criar implantes para pessoas que sofrem de Alzheimer, derrames e outros problemas cerebrais.
Mas isso nos leva a pensar em outra possibilidade: seríamos então capazes de fazer isto?
Mas isso pode, Arnaldo?
Olá, pode me chamar de Morpheus
Tenho que ver o replay, Galvão.
Não tenho certeza dessa possibilidade, pois parece ir de encontro à teorias de aprendizagem (em específico, as construtivistas) já que o cérebro não funciona como um simples computador. Vou tentar explicar dando um exemplo simples: lembra quando você aprendeu a equação do segundo grau? Isso, você tinha uns 13, 14 anos… (menos, se for superdotado). Pois é, para aprender como encontrar as raízes deste polinômio simplório e saber se a concavidade estava para cima ou para baixo, era necessário saber, previamente, o que era uma equação do primeiro grau.
Analogamente, tudo que aprendemos encaixa-se ou acomoda-se, num termo mais correto, a algo que já sabíamos antes. A pensar desse modo, não temos como saber se é possível “baixar” conteúdo direto pra massa cinzenta. Salvar uma memória já assimilada pelo cérebro é uma coisa, colocar algo que ainda é externo à mente por um sinal binário é outra bem diferente.
Mesmo assim torcemos para que funcione.Assim,todos poderão ter um arquivo de sobrevivência básica ao apocalipse zumbi, que incluirá um pacote de vídeos do Professional Russian.
Uma rapidinha de madrugada é sempre gostoso. Ainda mais nesse frio (Tô falando de um post, suas mentes sujas… )
Usando esse gancho nojento, frio pode lembrar Escócia, que com certeza lembra Coração Valente (Braveheart, no original). O filme de Mel Gibson só não é o mais foderoso da história da humanidade (na minha opnião, claro) porque fica polegadas atrás de Matrix. Por isso não pude deixar de me animar com o longa que a Pixar irá lançar em 2012 (que também será o último, a menos que a Pixar sobreviva na Jennolândia).
Veja o trailer de Brave:
Inspirado numa lenda escocesa, Brave conta a história de Merida, uma princesa que não se contém em tomar leite com pêra e Ovomaltine e parte para uma vida de aventuras, sem antes, claro, fazer muita merda pelo caminho (tudunts!)
Lord McIntosh.Vai me dizer que não é referência a um dos donos da Pixar.E a pintura na cara, bom... mais Braveheart que isso....
Como a Pixar é fábrica de excelentes filmes e aliado à um visual (e até o nome) claramente inspirado em Coração Valente,entra na minha setlist para o ano que vem!
E chegou o inverno. Os narizes escorrendo, pouca vontade de tomar banho, menos ainda de sair dele… um tempo realmente ímpar, que eu gosto bastante (até porque não trabalho ao ar livre pra ver o que é bom pra tosse). Mas a mudança das estações e a forma como ligamos pra isso (se ligamos) vem mudando muito ao longo dos anos. Em cidades cada vez maiores, e com menos tempo pra ficar longe de tarefas relevantes ou de simplesmente mofar em frente ao Twitter ou ao Tumblr, nos distanciamos cada vez mais de observar a natureza, tentar entender seus mistérios e belezas. Não só porque isso é legal, mas porque faz parte de nós, humanos curiosos e comilões.
Sim, comilões. Desde que largamos as cavernas escuras e rumamos ao Play Station 3 e ao George Foreman Grill, alimentar a nossos filhos se tornou um desafio, pois não podíamos mais sair caçando por aí como se não houvesse amanhã. Daí surgiu, entre outras coisas, a agricultura, aquela LINDA. Foi lá pelo período neolítico, algo em torno de 12000 anos atrás (ou seja, mais velhos que Raul Seixas) vários povos, impelidos por mudanças climáticas, começaram a abandonar o sistema nômade de vida e buscaram um cantinho para chamar de seu. E, se era necessário plantar, também era necessário saber quando fazer isso. Procurando esses indícios na natureza, os homens começaram a olhar para cima de uma forma diferente. As estrelas e seu movimento no céu logo foram associadas às estações de ano, e voilá! Temos marcação do tempo, o mais primordial dos conceitos da física, creio eu.
Como já falamos aqui na desambiguação de magia, os primeiros “nerds” e estudiosos também tinham função religiosa, espiritual (na verdade, por quase toda a existência da humanidade, foi assim que funcionou). E é aí que se encaixa Stonehenge nessa marafunda (termo usado por minha mãe, de origem desconhecida). Uma complexa construção no sul da Inglaterra, predominantemente feita de pedra, que desempenhou uma série de funções entre 3000 e 1600 a.C, aproximadamente.
Entre outras novidades, o neolítico trouxe a cerâmica. E a pornografia
O uso de Stonehenge não é bem compreendido, mas é consenso que se tratava de um local importantíssimo para o povo que vivia naquela época na região, recebendo cultos de diferentes tipos, que eram organizados em datas específicas, onde o sol entrava na construção de maneira especial. Dois desses dias (na verdade, os principais, creio eu) são os solstícios, de verão e o de inverno.
Não sabe o que é solstício? Deixe que Arnold Schwarzenegger explique pra você:
A construção desse ícone do Neolítico aconteceu em três fases bem específicas, que podem ser vistas na ilustração abaixo:
Fase 1 : Ainda não tinha as pedras, apenas uma vala de cerca de 55 mestros de raio e 56 “covas” ao redor da vala, que recebiam restos humanos cremados. Estava alinhado com as fases da lua e com o último pôr-do-sol do inverno.
Vista superior da Stonehenge 1. Internamente, também havia um santuário de madeira e bancos de pedra
Fase 2: Cerca de 100 anos após Stonehenge 1, era hora de fazer um upgrade. A entrada principal foi alargada, altar de madeira reconstruído e dois círculos internos, mais um externo de pedras xxxxigantes (algumas com mais de 5 metros de altura e 50 toneladas!) trazidas por vários quilômetros deram uma cara bem mais próxima da que conhecemos hoje.
Reprodução de Stonehenge 2
Fase 3: Uma grande reforma foi feita, num processo que durou séculos. As colunas de pedra foram restauradas ou trocadas por versões ainda maiores, criando uma construção de tais proporções que só poderiam ser comparados aos feitos de engenharia do Império Romano, muitos séculos depois. Estima-se, pela posição dos astros na época do uso de Stonehenge, que a função astronômica/astrológica do monumento foi até cerca de 1100 a.C., data das últimas modificações relevantes.
Stonehenge 3.0 em detalhes
Um resumo desta obra incrível pode ser vista nesse vídeo que também pode te ajudar a praticar el portuñol:
Stonehenge e a lenda Arturiana
Sem ler as Crônicas de Arthur, de Bernard Cornwell, sou desprovido de envergadura moral para fazer um post sobre o Rei Arthur. Entretanto, o famoso mago Merlin, que segundo a lenda teria nascido do bizarro relacionamento de uma freira com um Incubus, teria ajudado na construção de Stonehenge e no transporte das pedras, à la Jean Grey, carregando os artefatos com um tipo de magia semelhante à telecinese. Entretanto, a existência da lenda de Merlin remonta o século 10 d.C, muito depois da construção e até mesmo do abandono do mesmo.
Na gravura, um gigante dá uma forcinha para que Merlin montar Stonehenge.
Estudar este artefato dos mais incríveis da humanidade é realmente fascinante. Mostrando conhecimentos que seriam descobertos por matemáticos gregos e engenheiros romanos apenas milênios mais tarde, Stonehenge é prova ainda viva da incrível capacidade humana, muitas vezes menosprezada por aqueles que apontam construções feitas por Bilús, Skrulls e outros alienígenas. É claro que, além de atrair religiosos, druídas, historiadores e arqueólogos, esta maravilha dos antigos povos britânicos mexe com a cabeça de nerds e curiosos até hoje.
E é isso que acontecia nos anos 80, claro… não só sob influência dos astros:
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Dia 21/12/2012. Você já terá assistido a primeira ( e única) parte de O Hobbit e estará felizão. Mas,exatamente às 16h15, vem a notícia. O mundo vai acabar. E uma hora depois! O que fazer? Esta é a premissa de O Livro do Fim do Mundo. Você escreve um breve texto obedecendo as seguintes regras: [...]
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