#TeslaFacts Parte 3

2 nov

Enfim chegamos aonde realmente interessa!

Tesla já virou até nosso amigão depois de 2 posts. Tudo bem que, se estivesse vivo, ele iria estar defecando pra gente, mas tudo bem. Vimos que ele possuía preceitos humanitários e queria melhorar a vida das pessoas com a tecnologia (ao contrário das operadoras de celular malditas). Estranho, mas ele pensou em fazer isso criando armas de destruição em massa. Mas, pensando melhor, por que não?

Pegamos o exemplo de Watchmen. Lá, Dr. Manhattan é o único herói com superpoderes de verdade. Aliás, muuuuitos poderes. Manhattan é quase onipotente e imortal. Isso desestimula qualquer tentativa de se opor à potência americana e força a paz, por assim dizer. Pois é, a mais de cem anos Tesla já pensava nisso. Então, Nikola será nosso Dr. Manhattan nessa história, mas é claro, sem o grande e assustador membro reprodutor azul à mostra.

A mais famosa e controversa invenção de Tesla é meu projeto pessoal e grande defesa da Jennolândia, caso tenhamos que realmente fugir todos pra lá. É o Raio da Morte. Ele é um perfeiçoamento do transformador amplificador, que concentrava energia em um fino raio tão concentrado que ele não se dispersaria, mesmo a grandes distâncias. Um tipo bizarro de acelerador de partículas, em outras palavras. “Mas o que ele faz de legal?” você deve estar se perguntando com lágrimas nos olhos.

Em 30 de junho de 1908 aconteceu o único uso conhecido do Raio da Morte. Na verdade, talvez porquê questiona-se até hoje se foi mesmo construído. Naquela época, Robert Peary estava fazendo sua segunda tentativa em se chegar ao polo norte. Tesla tinha combinado com Peary antes dele partir dos EUA: “Então, mano… dia 30 de junho vou mirar meu raio à oeste da sua expedição. Fica de olho se algum bagulho muito loko acontecer,tá ligado? Qualquer coisa,me dá um toque,firmeza?

Naquela noite, Tesla mira seu alvo à milhares de quilômetros e liga a máquina tão temida e misteriosa. Apenas um fino e pálido raio de luz pode ser visto riscando o céu. Tanto, que uma coruja nem liga em descer de seu ninho e passar bem na frente do raio. Foi sua última decisão, antes de ser desintegrada pelo raio. Instataneamente. Pois é, Tesla abortou o experimento logo após o incidente.

Sinistro? Sinistro foi o que aconteceu em Tunguska, área de floresta no meio da Sibéria. Lá, naquela mesmo noite, ocorreu a maior explosão que se tem notícia nessa planeta. O equivalente à 15 megatons de TNT queimaram 500 mil acres quadrados de floresta e o evento pôde ser ouvido a mais de 900 quilômetros de distância. Nem as bombas atômicas da Guerra Fria causariam tanta destruição. A versão oficial supõe que um meteoro (de pégasus) tenha atingido a região. Embora não exista indícios conclusivos de que houve impacto e nem restos do meteorito foram encontrados. Quando ficou sabendo disso, aí sim que Tesla desmontou sua arma e nunca mais foi usada.

Infelizmente, como não contava com um bom marketing (como seu inimigo Edison) as ideias brilhantes de um dos maiores gênios da humanidade,que estava décadas à frente de seu tempo não foram aproveitadas. Mas nós aqui o Zumblorg temos grande vontade de trazer seus inventos de volta à realidade, só faltam investimentos. Com o apocalipse zumbi, entretanto, quero ver quem não vai querer nos ajudar.

3 respostas para “#TeslaFacts Parte 3”

  1. Barangurte 02. nov, 2010 em 11:17 am #

    EU QUERO UM RAIO DA MORTE!

    EU PRECISO DE UM RAIO DA MORTE!

    Poxa… que história mais bizarra!

  2. Paula 03. nov, 2010 em 8:36 am #

    Bizarro mesmo!

  3. Howard 04. nov, 2010 em 7:17 am #

    Poo mano, eu já conhecia a história do Tesla…

    O cara era um gênio que foi esmagado pelo sistema ( Marx mode off ).

    Pelo mesno ele tem uma unidade de medida física, e o edison não =D

    Precisamos de um raio da morte pra destruir Washington D.C. hehehe

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