Arquivo | novembro, 2010

Faça combustível com Zumbis

30 nov

Faça combustível com Zumbis

Em mais uma solução elegantíssima para sobrevivência pós apocalipse zumbi, o sempre útil @zumblorg apresenta a solução do futuro para a crise de petróleo que desde a década de 80 se anuncia (e nunca acontece, só faz a porcaria do preço da gasolina subir). Aprenda no manual abaixo como “cultivar” sua própria fazenda de zumbis, como transformá-los em óleo Diesel para poder movimentar seu navio-casa-tanque-usina de petróleo-fazenda, que será seu seguro e acolhedor abrigo num planeta condenado. Chique demais!

Zombie Diselclique na imagem para compreender todo seu esplendor

Na pior das hipóteses, desisto de ter um império e vou virar capitã da frota Jennolândica! Via.

Nostalgia nos games: eu apóio

29 nov

Nostalgia nos games: eu apóio

Estamos a pouco tempo do Apocalipse. Ou seja, no ápice do desenvolvimento tecnológico humano. E um dos estandartes da juventude nessa nossa era poluída, fútil e violenta é o videogame, que, ao contrário do que pensam algumas muitas pessoas no Brasil, não é mais coisa de criança. Mas, pra mim… até que é.

Graças a combinação de: falta de dinheiro da minha família, estudar em duas escolas durante toda a adolescência e o fato de ser um forte noob me afastaram do mundo dos games, enquanto meus amigos se perdiam em Tíbia, Counter Strike, GTA e outros (ah, alguns em álcool e maconha também).

Isto posto, me sinto como se tivesse vivido nos anos 70 (nos anos 80 vivi, mas era muito novo pra lembrar), perplexo e, por muitas vezes, atônito neste mundo de Metal Gear Solid e outros. Nada mais natural, portanto, que meu instinto procrastinador anseie por produtos retrô, também na área tecnológica. Vamos a 3 exemplos do que chamo de:  “Isso sim queria ter em casa”

Mini-Arcade de Marcelo Souza: Mago dos efeitos visuais e Construtor dessas belezas!


TV de nome pomposo com  jogos Old-School na memória do joystick


Pac-Man Championship Edition DX – Game para X-Box e PS3 do mais clássico ever! E psicodélico!  (Sugiro jogar ouvir Jimi Hendrix enquanto joga, pois é o que estou fazendo nesse momento)

E vocês, jovens idosos? Tem mais sugestões?

Testando esse tal de RockMelt

27 nov

Testando esse tal de RockMelt

É, esse é meu computador.

Pois bem. Recebi, uns dias atrás (não sei quando esse post vai ao ar) um convite do meu amigo @quartier para usar o RockMelt: um novo navegador, que é mais integrado às mídias sociais que qualquer outro. Se entender um pouco de ingreis, saca só:

Dos criadores do finado Netscape, o RockMelt vem fazendo bastante barulho, pois foi muito bem divulgado e tem um visual bem bonito. Neste post dou minhas primeiras impressões, nada mais, afinal sou um Tirica no meio da computação, não posso, portanto, dar pitacos em relação às suas especificações técnicas (talvez o @wakkobr possa)

Além de se parecer bastente com o Chrome, por ser baseado no Chromium – projeto open source que é a base do navegador do Google – a funcionalidade dos contatos ao lado da página é algo bem interessante e deve pegar. Pra quem é viciado em perder horas todos os dias em mídias sociais (mesmo sendo um loser irrelevante, como eu) esse recurso é um convite à procrastinação. No mais, o navegador não trás nada de espetacular, nem em velocidade nem em confiabilidade. Para o Mac, que é o que uso, o Chromium nunca fez meu gosto, pois o Sonora (site do Terra em que se pode ouvir muuuuuuitas músicas) só funciona com o Safari e o Firefox no Mac OS X. Por isso mesmo, nem uso o Chrome por aqui.

Meu verdicto? Se quiser se acabar nos tuítes e atualizações do Facebook (ah, é preciso ter uma conta lá pra poder usar o RockMelt) essa é uma boa pedida. Se quiser algo mais sério (ou precisa, no meu caso) outros navegadores dão conta melhor do recado… :/

Sim,eles podem roubar muito do seu tempo!

Hey, Sucker!?

24 nov

Hey, Sucker!?

“(…) Não adianta dizer, Ah, escutem. Não pedi para o pai do Augie fazer isso. Só falei com a mãe dele e pensei que ela fosse conversar com o Augie e pedir que se comportasse melhor em sala de aula. É tarde demais. Faltei à confiança deles, mostrei que não sou capaz de lidar sozinho com a situação. Não existe respeito por um professor que manda o aluno para o gabinete do diretor ou manda chamar os pais. Se você não consegue lidar sozinho com a situação, não devia ser professor. Devia arrumar emprego de varredor de rua ou na coleta de lixo (…) ”.

Poderia ter escolhido ganhar dinheiro, abrir um negócio, ou simplesmente virar um vagabundo qualquer. Mas não. Estudo para ser professor. Meus pais não me criaram pra tamanho desgosto. Entretanto, me atrevi a fazer uma besteira ainda maior: ler um livro que me deu ainda mais vontade de lecionar: Ei, Professor, de Frank McCourt.

McCourt nasceu em Nova York em 1930, mas teve de ir morar na terra de seus pais quatro anos mais tarde: a Irlanda. Voltou às terras ianques com 19 anos, depois de ter lutado na Segunda Guerra com uma farda americana. Estudou Letras na Unversidade de Nova York e desperdiçou os 30 anos seguintes de sua vida em escolas públicas do Ensino Médio.

Esse foi o primeiro livro que li dele. Aliás, McCourt escreveu apenas três livros. O primeiro, Cinzas de Ângela, que fala da infância pobre na Irlanda, foi publicado quando seu autor já tinha 64 anos. Afinal, professores do mundo real não tem tempo pra escrever suas memórias: estão ocupados demais com o fardo de ter que aguentar os adolescentes de uma nação, preparar suas aulas e corrigir provas e trabalhos.

Creio que sua leitura é recomendada a todos, pois é um livro bastante fácil, bem humorado e muito interessante. Mostra, talvez como poucos, como é  a Nova York cheia de imigrantes que se odeiam e que os problemas que julgamos ser brasileiros não são apenas nossos.

Se você está pensando em ler um bom livro, considere seriamente a obra desse irlandês safado, que pode ter arruinado minha vida para sempre :P

Agora tenho duas excelentes referência irlandesas. A primeira, você vê aqui em cima.

#WTF?

22 nov

#WTF?

Da série: só pode ser montagem.

Deve ter acontecido em Portugal…