Estou empolgada com a história dos Top Fodas. Depois de Os Maiores BadAsses da História parte macho e parte fêmea, agora vem a parte mãe!
Eu ia fazer um post sobre as mães mais fodas da história da humanidade. Mas daí ia ter que falar da minha mãe, que além de me parir e me aguentar por quase 25 anos em sua casa, sem nenhuma projeção de me mudar, ainda faz bolos muito bons. TE AMO MÃE (que agraciadamente não verá essa homenagem, visto que não sabe da existência desse blog e felizmente não verá posts como esse).
Logo, fiz da ficção mesmo. E EITA EMPREITADA DIFÍCIL! Não sei se vocês notaram, mas quase todo mundo das telonas, telinhas, gibis e afins é órfão. Quando não é órfão, só aparecem os pés da mãe deles, com vagas referências. Herói nenhum tem mãe, porra?
Descontrolei. Vamos à minhas escolhidas!
May Parker

Mãe não é quem dá a luz, é quem ama como só uma mãe sabe fazer (pra quem não sabe, abomino a ideia de ficar grávida, acho brega e desnecessário ter um alien se alimentando dos seus fluidos e defecando dentro de você, e pretendo num futuro distante adotar duas meninas, Natrilapa e Plavalaguna, e um pequeno vietnamita que se chamará Hunter).
Me perdi de novo né…
Embora tecnicamente seja uma tia badass, essa senhora é a melhor tutora que um herói poderia ter! May é uma senhora frágil, extremamente dedicada e amorosa com o seu sobrinho e lembra muito minha vó, que hoje habita o céu das vós, onde todo mundo come o quanto elas quiserem, as tv’s mudam de canal sozinhas e tem chá, bolinho de chuva e abraços o tempo todo.
Peter Parker é um dos heróis com maior retidão de caráter dentre as HQs. Ele é humano e tem seus desvios, mas a criação de Tia May fez com que o certo, o errado e a responsabilidade tenham limites muito bem definidos na cabeça do aranhudo, que já se meteu em poucas e boas pra salvar essa senhorinha.
Tia May também merece o prêmio de MÃE GLADIADORA IMORTAL, pois já passava do Cabo da Boa Esperança no volume #1 de Homem-Aranha e ainda não morreu!

Na verdade, tá bem viva até demais.
Chi-Chi

Ser mulher e mãe de de sayajin deve ser foda. O primeiro desafio da princesa Chi-chi deve ter sido convencer Goku a reproduzir. Primeiro que o cara nunca estava disponível e poderia ganhar o prêmio de marido menos presente do mundo. Segundo que, mesmo depois de adulto, Goku ainda possuía pureza de coração suficiente para andar na nuvem voadora pra cima e pra baixo.
Aposto que Chi-chi dopou Goku para fazer Gohan e Goten, e fez todo o serviço sozinha!
Seu primogênito, Son Gohan, é o único do Universo DGB que pegou em um livro na vida. O único que tem um trabalho de verdade e não é sustentado pela mulher ou vive de ar. Toda vez que Gohan queria ajudar Goku no seu combate contra as forças do mal, Chi-chi tinha um siricutico e mandava o menino estudar, sendo assim a única mãe da região que via problema em seu filho se expor ao risco de ser trucidado ou virar um cara cabeludo que se mete em encrenca pela cidade a fora.

Já Goten ela criou sozinha! Imagina você criando uma criança com poderes divinos e ainda ter que sustentar a família? Goku é um grande herói e um grande guerreiro, [polemic mode="on"] mas como pai ele é meio merda [polemic mode="off"].
Como se não bastasse, ela ainda enfrenta o Majin Boo.
Rosemary Woodhouse
O que você faz ao saber que seu filho é o anticristo? Joga ele na privada, tosta ele no George Foreman Grill ou utiliza-o como uma piñata parecem-me opções bastante interessantes. Rosemary aposta o destino de toda a humanidade para proteger seu rebento, sendo o ícone do instinto maternal.

Tudo referente ao bebê de Rosemary é envolto numa atmosfera diabólica e, embora a criança em si não apareça no longa pode-se inferir que é a coisa mais feia do mundo, sem dúvida alguma que trará somente o mau e o caos. Mas a senhora Woodhouse não está nem aí: é seu bebê e ela chega ao limite da sanidade, faz o que for preciso para ele sobreviver.
Rosemary é igual a sua mãe: não importa o quão bosta você seja e o quanto você possa cagar na sociedade, ela te ama e te acha lindo!
Martha Kent
Você já cuidou de uma criança de 5 anos? Elas são insuportáveis! Elas caem o tempo todo, elas não te ouvem, elas rabiscam as coisas, querem pegar tudo, choram e gritam frente a qualquer ‘não’ e batem a cabeça nas quinas. Agora imagina criar uma criança de 5 anos que pode congelar pessoas com um assoprão ou fritar o planeta com sua visão de raio laser?

Ignorando o fato de que uma nave espacial acabou de cair no seu quintal, que dentro dela tem um bebê que pode ser radioativo ou canibal e que não se pode pegar qualquer criança e dizer que é seu filho, Martha adota o Superman – e ninguém acha estranho, provando que o tráfico de crianças é algo comum em Pequenópolis.
Ela molda o caráter do herói a ponto de torna-lo o homem mais bunda mole que não faz mal a uma barata do mundo. O Superômi faria sarapatel do resto da Liga da Justiça com um arroto se quisesse, mas graças à senhora Kent ele não quer fazer isso e prefere ser inexplicavelmente altruísta, bonzinho e respeitador.

Martha Kent é a razão porque Superman virou o ícone dos heróis e o Capitão Marvel, que tem os poderes chupados pela Marvel, não fez sucesso nenhum.
Sarah Connor

Minha ídola! Minha musa inspiradora! A mulher mais foda que já habitou esse planeta. Tá, eu sei, ela não habitou… Mas deveria ter habitado. Sério, desde minha fase fetal eu admiro essa mulher, além de ser uma das poucas heroínas de ação que presta ainda é um dos retratos mais fiel de mãe já feito!
REAL!??!?!?!!? Você me diz.
Imagine que um robô aparecesse na sua casa e dissesse pra sua mãe que ia te matar…
Eu tenho dó do robô.
No início, Sarah é representada como uma mulher frágil, sem nenhum preparo para o combate. Ela podia muito bem deixar Reese se fuder pra fazer seja lá o que for contra o robô e, quando obÓviamente ele fracassasse, ficar em posição fetal chorando e chupando o dedão aguardando uma morte certa – como todos nós ficaríamos, não banque o herói pra cima de mim!
Mas Sarah não! A franguinha mata sozinha o Schwarzenegger com as próprias mãos uma prensa gigante! O que a impele? O amor a um filho que ela nem teve ainda!
Conheceu – em um cara que nem tinha nascido ainda – o amor da sua vida e engravidou horas antes dele morrer, o que a torna na mãe mais solteira do mundo todo. Teve que matar o Arnold Schwarzenegger e foi curar seus traumas treinando seu pimpolho para ser uma máquina de matar, e ela acabou virando o Rambo no processo.

Linda Hamilton: tá pra nascer uma mulher que fique tão bem segurando uma 12!
Após isso, resolve ela mesma poupar seu filho – e consequentemente a humanidade – de um triste fim lutando contra as máquinas e tenta resolver a parada com as próprias mãos, se fodam os ajudantes do futuro! Se foda a policia! Se foda todo mundo que passar pelo seu caminho! Não, você não vai voltar porra nenhuma, Arnold!!!!!
E pra mim ela consegue, visto que descarto totalmente a existência das sequencias 3 e 4. Jonathan Mostow, ainda temos contas a acertar por Terminator 3. Eu nunca vou te perdoar por isso!
Pior mãe
Kate – Esqueceram de Mim
Ela é a culpada pelo que Macaulay Culkin é hoje! Esta hedionda mulher esqueceu tantas vezes seu rebento em casa, ou na rua, ou no aeroporto… Em Esqueceram de Mim, essa energúmena consegue esquecer uma criança de 8 anos sozinha em casa, a mercê de assaltantes. Não podemos acompanhar como foi a educação de Kevin (Culkin), mas pelo nível de artimanhas que ele fez para salvar sua pele tenho certeza que ele foi criado para ser um perfeito maníaco-psicopata-homicida.

Já em Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York, ela larga o pequeno pra congelar e ter seu ânus deflorado por mendigos canibais em NY. Temos ainda sequencia 3 e 4, mas são filmes tão ruins que nem vou mencionar aqui, provando que Hollywood acha normalzéx esquecer das QUIANÇA TUDO.
Lembro que adorava assistir esses filmes quando pequetita, mas minha mãe ficava indignada com a negligência da mãe do moleque!
Bom corja de malfeitores, terminamos mais uma lista no ZB! O que acharam? Quem merece uma menção honrosa? Qual será a próxima lista? Você lembrou de comprar o presente da sua mãe?
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